O amor ao próximo é essencial para a salvação, mas nem sempre é fácil de praticar.
Mas, às vezes, é possível ajudar de forma concreta. Lemos na 1.ª epístola de João: «Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.» Às vezes podemos aliviar o sofrimento ao ajudar de forma concreta, e é o que devemos fazer. Mas se isso não for possível ou não for bem-vindo, devemos, pelo menos, demonstrar calor humano e proximidade.
Isso, por vezes, implica sair da nossa zona de conforto. Não é agradável quando estamos bem e nos deparamos com alguém que enfrenta uma situação muito difícil. Aproximarmo-nos, conversar e apoiar o próximo exige esforço. Sei que é desconfortável, mas faz parte do que nos é pedido. Não queremos desviar o olhar. Não queremos aceitar, de forma indiferente, que alguém esteja mal. Oremos pelos nossos irmãos e irmãs na comunidade. Onde pudermos, vamos ajudar. E, em qualquer caso, podemos dedicar tempo, ouvir e transmitir ao próximo: Estou contigo na tua dor. O que estás a passar não me é indiferente.
Excerto de um serviço divino do apóstolo maior
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