Por vezes, vemo-nos confrontados com a questão de querermos saber qual é o nosso lugar na obra de Deus. Não temos de tomar esta decisão sozinhos. Cristo é quem decide quem deve fazer o quê. É Ele que guia, abre portas, mostra tarefas. A comunidade cresce quando nos deixamos guiar por Ele e estamos preparados para servir onde Ele precisa de nós.
Esta atitude caracteriza também a Santa Ceia. Celebramo-la como uma ceia de alegria e de fortalecimento. Ela lembra-nos do que Cristo fez para a salvação da humanidade – e por cada um de nós. Ele completou a Sua peregrinação, cumpriu a Sua tarefa. Agora, dirige-nos a pergunta: Queres vir também? Queres trabalhar na tua salvação? Quer contribuir para que outros encontrem esperança e salvação?
A oração do Pai-Nosso vai ao cerne desta questão: "venha o Teu reino. Seja feita a Tua vontade". Esta atitude interior liberta-nos do fardo de termos de ser nós a controlar tudo.
Muitas pessoas estão preocupadas com o futuro. Também nos deparamos com receios no seio da comunidade. Isso é compreensível. No entanto, é-nos dito: não desesperes. Confia no Senhor. Ele fará o que for da Sua vontade. Ele recolhe a colheita, mesmo que nem sempre reconheçamos o caminho que nos leva lá.
Por isso: não desanimes. Continua a fazer o bem. Apoia a comunidade. Trabalha na tua alma e confia no que dizemos no final do Pai-Nosso: "Porque Teu é o reino, e o poder, e a glória". Uma frase curta – mas um fundamento sólido.
Cremos no que oramos. Quando dizemos juntos: "Porque Teu é o reino, e o poder, e a glória", estamos a confiar n'Ele e vivemos com base nesta certeza.
Impulso de um serviço divino do apóstolo maior
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